
Por que vampiros dominam o imaginário das pessoas desde o século XVIII? Do recém-lançado filme "Nosferatu" a tratados sobre mortos-vivos em 1751, tentamos entender como nosso fascínio e nossa repulsa pelo diferente vivem encarnados nessa sedutora (e recorrente) figura do vampiro. Este é mais um episódio do Escuta Essa, podcast semanal em que Denis e Danilo trocam histórias de cair o queixo e de explodir os miolos. Todas as quartas-feiras, no seu agregador de podcasts favorito, é a vez de um contar um causo para o outro. Não deixe de enviar os episódios do Escuta Essa para aquela pessoa com quem você também gosta de compartilhar histórias e aproveite para mandar seus comentários e perguntas no Spotify, nas redes sociais , ou no e-mail escutaessa@aded.studio. A gente sempre lê mensagens no final de cada episódio! ... NESTE EPISÓDIO • "Nosferatu" (2024), de Robert Eggers, é um remake de "Nosferatu" (1922), de F.W. Murnau. • O expressionismo alemão focava mais na representação das sensações dos personagens do que na reprodução da realidade. • Florence Balcombe, viúva e agente de Bran Stoker, se recusou a vender os direitos do livro "Drácula" para o cinema. O livro só entraria em domínio público em 1962. • Petar Blagojević, que morreu na Sérvia em 1725, é o primeiro caso registrado de "vampirismo" e foi documentado por conta da burocracia necessária para exumar seu cadáver. • O "Tratado sobre a aparição de espíritos, vampiros e mortos-vivos na Hungria, Moldávia, etc." foi escrito em 1751 pelo padre católico Antoine Augustin Calmet. • Mercy Brown é o caso mais documentado de "histeria vampírica" nos Estados Unidos e está ligado a uma epidemia de tuberculose. • Gregory Bateson descreve em seu livro "Naven" a dinâmica de radicalização entre grupos com funções diferentes numa tribo de Nova Guiné. ... AD&D STUDIO A AD&D produz podcasts e vídeos que divertem e respeitam sua inteligência! Acompanhe todos os episódios em aded.studio para não perder nenhuma novidade.