
Quando desafiei o Miguel para fazer um podcast para que mais pessoas tivessem acesso às suas reflexões e ensinamentos sobre desenvolvimento pessoal e Programação Neurolinguística, ele fez-me a contraproposta para criarmos um espaço juntos, onde eu lhe lançaria questões surpresa para ele responder à luz da PNL. Ao contrário da minha sugestão inicial, de ser algo apenas em audio, o desafio era agora construir conteúdo em vídeo que pudesse ser usado em múltiplas plataformas. Assim nasceu o espaço Chunking Down. Este formato ofereceu a ambos a oportunidade de enfrentarmos algumas convicções limitadoras que ainda tínhamos. No meu caso, não sabia se iria ser uma companhia suficientemente desafiadora para o Miguel. Aceitei esse receio, e não o deixei impedir-me de avançar. Defini o objetivo de dar o melhor de mim, e de me divertir ao fazê-lo. Começámos a fazer acontecer. Ao ver as primeiras conversas, senti que tinha que melhorar a minha prestação, estava muito agarrada a uma estrutura e fazia-me confusão não ter o controlo total da situação! E aceitei isso: estou habituada a ter muita estrutura e "rede" em tudo que faço profissionalmente. Aceitei sem sofrer, sem me martirizar por não ser perfeita, e continuei usando o feedback (meu e de outros) para melhorar, para me ajustar e deixar acontecer a conversa com maior naturalidade. Nesta conversa sobre Aceitação senti maior fluidez da minha parte. Foi a primeira publicada sem cortes! Aceitação não é resignação! É parte de um processo importante que nos leva a encarar a realidade como ela é, sem sofrimento emocional por aquilo que gostaríamos que ela fosse. Mais do que isso... é sabermos agir para influenciarmos a realidade, de uma forma "ecológica". Tudo isto, meus caros, começa com a mudança de convicções. "Tudo vale a pena, quando a alma não é pequena" Ouçam a conversa, e deixem a vossa opinião. Beijinhos virtuais!