
Não é possível ficar indiferente à onda de contestação mundial que a morte de George Floyd motivou. Os acontecimentos terríveis subjacentes ao preconceito e ao racismo a que assistimos, parecem impossíveis quase 30 anos após o fim do apartheid. No dia 17 de maio, em que celebrou o dia internacional contra a homofobia, (re)publiquei no meu Facebook uma frase que dizia “Ser gay não é uma escolha, ser homofóbico é”. “Verdade verdadinha”, disse eu nesta (re)publicação, mas depois fiquei a pensar, quão verdade é ou não que temos escolha, quando toda uma vida fomos condicionados a pensar de uma determinada forma? Uma pessoa que nasce numa família racista, xenófoba ou homofóbica, e que vive num contexto igualmente com outras pessoas racistas, xenófobas ou homofóbicas, tem realmente liberdade de escolha? Será que é essa a raiz do preconceito? Uma herança da qual temos dificuldade em nos libertar? Qual é o fator que leva à mudança de mentalidades? Como podemos criar um mundo cada vez mais justo e igualitário? Que possa amar a diferença, reconhecer o seu valor, em vez de a odiar e repudiar? Chunking DownPNLNPLDesenvolvimento Pessoal