
Importa por isso mesmo apostar na democratização da inovação, autonomia dos territórios, apostar na interiorização do ensino superior que hoje luta pra se manter sem recursos, sem estruturas muitas vezes mas que tem sim possibilidades de realizar algo com significância. A democracia que dizemos defender deve virar espacialidade caso não é abstrata e abstrações não fazem revoluções. Uma agenda urbana regionalizada e por urbano maior que as capitais é disso que o Brasil precisa.