
A Bruxa e o Valor da Espiritualidade 💰 Quanto vale um feitiço? 💬 E aquele conselho que muda sua vida inteira? 🌿 Quanto custa um saber ancestral que cura, acolhe e orienta? Neste episódio solo, Jéssica Puga lança luz sobre uma questão incômoda e urgente: por que a espiritualidade exercida por mulheres, fora das instituições oficiais, ainda precisa se justificar quando cobra pelo seu trabalho? 🔍 Quem define o que pode ou não ser vendido? 📜 De onde vem a ideia de que a bruxa é charlatã — mas o padre, o pastor e o terapeuta têm "ofício legítimo"? 🏛 Será que o sagrado é só válido quando institucionalizado, formalizado ou monetizado por homens? Quando a bruxa cobra, ela toca numa ferida antiga: o incômodo que o feminino desperta quando exige ser reconhecido como autoridade espiritual. E talvez seja justamente aí que mora a força do seu ofício — no incômodo que ele causa, e na liberdade que ele oferece.