
Há movimentos que parecem inertes, pausas cheias de movimento interno. Neste episódio, Jéssica Puga fala sobre a inércia não como preguiça, mas como defesa sutil: o apego à perfeição, o medo do custo da mudança e a dificuldade de atravessar o tempo do cuidado. Olhamos para o conflito entre desejo e cotidiano, para as prioridades que se revelam no uso do tempo, e para os ritmos de semear, cuidar e colher que estruturam qualquer transformação real. Uma conversa sobre aprender a começar imperfeito, sustentar o meio e reconhecer que mudar pede continuidade possível, não heroísmo. Ouça agora no seu tocador favorito.