
Se tens um elogio a proferir, É tempo agora. Não aguardes que o vento da morte Desvaneça da areia da vida O nome que o merece. Se há um agravo pungente a perdoar, É tempo, é hora. O mais fundo rancor não resiste A um apelo de braços abertos. Fonte: https://momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=7370