
Conta-se que Victor Hugo, o admirável escritor francês, quando no exílio, tinha por hábito, ao cair da tarde, chegar a uma parte em que havia uma colina próxima ao mar, e ali sentava-se, mergulhando em reflexões demoradas. Enquanto o grande gênio da língua neolatina meditava, crianças brincavam à sua volta. Depois de haver reflexionado suficientemente, o gigante da pena erguia-se, dobrava-se, tomava de uma pedra e a atirava ao mar. Fonte: https://momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=7350