
Na conhecida parábola dos talentos, nos é dado a conhecer o que ocorre aos servidores que, recebendo bens do seu senhor, não se servem deles de forma adequada. Exalta-se a criatividade daquele que devolve duplicado aquilo que lhe fora confiado. Por causa disso, o senhor o recompensa com outros benefícios. É de nos perguntarmos: E quando dilapidamos totalmente o que recebemos? Quando jogamos fora os valores recebidos como se nada representassem? Fonte: https://momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=7273