
A igreja sempre teve peso político. Na história do Brasil, Estado e Igreja, em alguns momentos, eram uma só força. E apesar de se tentar separar, com um grito de liberdade, democracia, respeito e igualdade, na prática, podemos dizer que voltamos na história. A Reforma Protestante tirou da Igreja Católica a força, rompendo a ideia de fusão Estado Igreja. Isso lá atrás. Hoje, as igrejas estão cada vez mais dentro dos movimentos e das decisões. A partir de 1980 surgiu no Brasil a corrente do cristianismo ligada às igrejas evangélicas. De atuação discreta, ganharam visibilidade e em 1986 surgiu a bancada suprapartidária composta por diversos parlamentares ligados às diferentes agremiações do protestantismo. Para você que nos acompanha estamos no último episódio de uma série em que em 4 oportunidades tratamos de temas em que os eleitores assistirão grandes e, talvez, violentos debates neste tão polarizado pleito. Entre os temas espinhosos tratamos da legalização do aborto, impostos e privatizações, segurança pública e, agora, para encerrar, o valor da religião nas urnas. Neste quarto e último episódio conversamos com o professor do Departamento de Filosofia da Universidade Federal do Espírito Santo, doutor em política e religião, Marcelo Martins Barreira. ESOUVE tem a edição de Eduardo Couto, produção de Lydia Lourenço e direção de jornalismo de Danieleh Coutinho. Acesse o nosso site e siga as nossas redes sociais! Site: https://eshoje.com.br/ Twitter: https://twitter.com/eshoje Facebook: https://www.facebook.com/eshoje/ Instagram: https://www.instagram.com/eshoje/