
Peça ao ChatGPT, Claude, Gemini ou Perplexity para escolher um número entre 1 e 30. Não se surpreenda se aparecer o 17. O curioso não é o número. É perceber que até uma “escolha aleatória” pode nascer de padrões, probabilidades e causas que você não vê. Espinosa já desconfiava disso séculos atrás: muitas vezes chamamos de liberdade aquilo cujas causas desconhecemos. Na IA, isso aparece em pesos, dados e probabilidades. Em nós, pode aparecer em algoritmo, hábito, medo, desejo e contexto. A pergunta é simples: quando você diz “eu escolhi”, quanto dessa escolha já estava sendo preparado antes? Me siga pelo link para entender IA, filosofia, ética e liberdade de decisão: https://linktr.ee/leonardocostaoficial E leia Códigos que Pensam. O link do livro está na bio. Compartilhe com alguém que acha que escolhe tudo sozinho.