
“Aos 51 anos, a canadense Barbara Hannigan é uma estrela fulgurante no cenário da música contemporânea”, afirma João Marcos Coelho na coluna musical dedicada à soprano. Hannigan conquistou renome em óperas como O grande macabro, do húngaro Gyorgy Ligeti, e Lulu, de Alban Berg. A cantora, que se descobriu regente em 2018, e conquistou no mesmo ano o Grammyna categoria álbum solo vocal clássico com Crazy girl crazy, passou a adotar um repertório “ainda mais atrevido e inesperado”. O crítico musical refere-se ao recém-lançado “Dance with me”, em que Barbara Hannigan rege a Orquestra Ludwig e canta em quatro faixas. É um álbum luminoso e feito para dançar, classifica João Marcos, citando que o repertório celebra a valsa, o tango, o foxtrote e até a lambada brasileiríssima. Duas faixas do álbum podem ser ouvidas na coluna desta sexta (10): I could have danced all night, do musical My fairlLady, e Moonlight serenade, composta por Glenn Miller em 1939. O jornalista e crítico musical João Marcos Coelho fala sobre música diariamente no Estação Cultura. O programa "Estação Cultura", com apresentação de Teca Lima, vai ao ar pela Rádio Cultura FM 103.3 FM, de segunda à sexta-feira, às 10h, na Cultura FM, Cultura Brasil e no aplicativo Cultura Digital.