
Na coluna desta quarta-feira (28), Atílio Bari analisa o ano de 2022 de maneira crítica. Para o intelectual, o período foi marcado essencialmente por exageros e por fanatismo, sobretudo no aspecto político. Em claro tom opinativo, ele relembra uma frase ouvida na infância, que sempre era dita pela avó, Beatriz: “Não há bem que sempre dure nem mal que não acabe”.