
Na coluna desta quarta-feira (01), Atílio Bari utiliza os livros “A ilha misteriosa”, de Júlio Verne, e “O senhor das moscas”, do escritor inglês William Golding, com o objetivo de imaginar a criação de uma nova sociedade. O colunista presume duas possibilidades para essa futura civilização: a idealizada e pacífica visão de Verne de um mundo evoluído, ou a distópica e perversa perspectiva de Golding de um universo em constante atrito?