
Neste mês de maio estamos buscando em Deus famílias restauradas, pensando que isso é possível: 1. Pela libertação que há em Cristo 2. Pela palavra que sustenta 3. Para uma vida plena Quando: 1. Há um posicionamento da família diante das influências do mundo (Josué 24:15) 2. Há um entendimento de que meu esforço precisa considerar o Senhor como o construtor da minha casa (Sl.127.1) 3. Há uma fé que reconhece em Jesus o único que pode salvar minha casa (At.16:31). Hoje estaremos enfatizando este primeiro ponto sobre a necessidade de posicionamento diante das influências do mundo (Josué 24:15) A restauração vem quando não nos rendemos diante dos outros deuses. Precisamos decidir hoje a quem serviremos. Ainda que o mundo e a sociedade escolham servir os deuses deste tempo, é preciso ter um posicionamento firme diante de Deus, da sociedade e do mundo, assim como Josué fez: "Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor." (Js.24:15). Não é fácil ter um posicionamento diferente dos outros ao nosso redor. Assim como Josué somos afetados, influenciados e até, de certa forma, oprimidos, por um mundo e uma sociedade na qual servir ao Senhor parece “um mal”. Qual é nosso maior erro nesta questão? Tentar mudar fora achando que isso protegerá nossa família. Na verdade, não temos como impor ao mundo nosso modelo de valores, não conseguimos, isolar nossa casa das influências externas, não há salvação na superproteção. A restauração das nossas famílias está quando nos posicionamos em servir ao Senhor ainda que isso pareça mal aos olhos da maioria (hoje estaremos buscando em Deus isso, nos próximos encontros o foco será aprendermos que é Senhor é quem edifica e salva nossa casa). Uma família que escolhe servir ao Senhor vencendo as influências não é aquela que luta contra o mundo e seus valores pretendendo impor aos outros nossos modelos, mas sua luta contra a influência do mundo se, dá em escolher servir ao Senhor, ainda que ninguém faça. O mundo sempre irá se impor sobre nós, nossa luta é vencer esta influência e opressão que não enxerga valor em servir ao Senhor. Mas quais são estas influências? Josué fala dos deuses dos antepassados (da época de Abrão em Ur dos caldeus, Js.24:2) e dos deuses dos amorreus (das terras em que o povo estava). Há influências do passado e do presente que tentam oprimir nossas famílias. Abrão precisou sair de Ur e dos deuses de lá; o povo passou pelo Egito, sendo oprimido, o Senhor os libertou e no tempo de Josué o povo estava enamorado com os deuses da terra de Canaã (Baal, Astarote e Moloque; da chuva, da fertilidade, do sacrifício de crianças). Hoje também há muitas influências do passado, como tradições, regras, jeito de lidar com as coisas que foram se transformando em verdadeiras prisões. Quais são estes deuses do passado que ainda tentam nos oprimir nos impedindo de escolher servir ao Senhor? Mas, há também as pressões e demandas do dia a dia que impõem a nossas famílias uma divindade apenas para as demandas da correria da vida. Os deuses dos amorreus eram meio isso, divindades ligadas a coisas “práticas” como fertilidade, plantações e grandes espetáculos ao custo de vidas inocentes. Não adianta buscarmos deuses que garantam nosso estilo de vida ao custo de nossos filhos sacrificados na barriga de Moloque. É contra essa ingratidão que Josué se revolta, o povo queria o passado de idolatria e no presente uma vida prospera aos seus olhos. Mas qual é o custo disso? Nosso maior problema não é o mundo nem a sociedade, mas opressão de um passado de idolatria que sempre tenta voltar e de um presente que nos cobra resultados e a tendência é achar que servir ao Senhor parece mal. Caso você esteja sentindo que o passado ou o presente estão de influenciando ou te oprimindo a ponto de questionar sua fé, de