
Romper narrativas de (auto)ódio, repensar nosso modo colonial de olhar os corpos, ampliar nossa perspectiva do feminino/feminismo e compreender as avenidas identitárias que cruzam interseccionalmente os corpos das mulheres negras. A partir desses aprendizados, vindos do feminismo negro, começamos a construir a ação para o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra e o Dia Internacional da Mulher Negra Latina Americana e Caribenha. Nosso objetivo é conseguir mostrar a pluralidade de narrativas e os protagonismos de mulheres que admiramos demais! Vamos juntes ouvir, dialogar e refletir com essas rainhas de suas próprias histórias? Acesse ação Rainhas de Suas Histórias. Acesse a plataforma EVA.