“Emília Pérez”, um filme que mistura três coisas que eu evito: cirurgia de mudança de sexo, autotune e mariachis, conseguiu a façanha de vencer um Globo de Ouro, mas será que mereceu? Jacques Audiard entrega um roteiro tão cringe que parece uma paródia da própria Hollywood woke. Quer saber como essa “obra” conseguiu ofender mexicanos, feministas, conservadores e até a própria comunidade trans ao mesmo tempo? Assista a esse episódio de Cine 5°. Com Filipe Trielli.