
Cá em Portugal, todas as universidades são pagas, até mesmo as públicas – os estudantes colaboram com taxas moderadoras que variam entre estudantes nacionais, oriundos da União Europeia ou estrangeiros. Mas, diferente do Brasil, não existem mensalidades: o valor da chamada “propina” é anual, podendo ser pago em até dez parcelas. O ano letivo começa em setembro, com o primeiro semestre indo até janeiro, enquanto o segundo ocorre entre fevereiro e junho. O ensino superior é dividido em três ciclos de estudos: Licenciatura, Mestrado e Doutorado. À exceção do terceiro ciclo, os outros dois podem ser cursados não apenas em Universidades, mas também nos Institutos Politécnicos. Como parte da adaptação a Portugal – e dos estudantes à rotina do ensino superior, especialmente da graduação (licenciatura) – é bom saber que aqui os “trotes” são levados muito a sério e duram o ano letivo inteiro. Não é possível afirmar que todos sejam realizados sem excessos, mas, com o passar dos anos, essa prática estudantil foi se modificando e incorporado à sociedade. As festas da Latada e da Queima das Fitas – tradicionalmente realizadas ao final do "trote", são eventos sazonais que regulam o calendário de cidades universitárias. A propósito, vale a pena pesquisar sobre as tradicionais vestes dos estudantes portugueses, que chamam bastante a atenção. E aí? Vem?