
“Faz-me confusão ver as imagens da ponte 25 de abril cheia de carros. Percebo a urgência das pessoas se verem e encontrarem, mas não é de todo o que se deve fazer nesta altura." O apelo é de Maria Sá da Bandeira, uma portuguesa que vive há 13 anos em Macau, região administrativa especial da China considerada neste momento um porto seguro e exemplar no controlo da propagação da covid-19