
"Cinco dias antes, Jesus fizera a Sua entrada triunfal em Jerusalém. Aos Seus ouvidos soavam gritos de triunfo; o chão que os Seus pés pisaram foi juncado de folhas de palmeira, e nos ares ecoaram aclamações ao filho de David, e louvores ao Sagrado Filho de Israel. Àqueles que se mantiveram silenciosos durante as demonstrações feitas em Sua honra, Nosso Senhor lembrou que se as suas vozes não se faziam ouvir, as próprias pedras falariam por eles. Esse foi o dia de nascimento das catedrais góticas. Eles não conheciam a verdadeira razão pela qual Lhe chamavam Sagrado, nem tampouco compreendiam o motivo que levava Jesus a aceitar o tributo dos seus louvores. Eles pensavam que aclamavam uma espécie de rei da terra. Jesus aceitou essas demonstrações porque ia ser o Rei de um império espiritual. Ele aceitou os seus tributos, as suas aclamações e exclamações de louvor porque caminhava, como uma vítima, ao encontro da Sua Cruz. Toda a vítima deve ser sagrada – Sanctus, Sanctus, Sanctus. Cinco dias depois, verificou-se o “Sanctus” da Missa do Calvário; mas naquele “Sanctus” da Sua Missa, Jesus dirigiu-Se àqueles que já eram santos – a Sua querida Mãe e ao Seu bem-amado discípulo João. Palavras tocantes foram essas: “Mulher eis aqui o teu filho… Eis aqui a tua Mãe!”. Falando agora aqueles que já eram santos, Jesus não carecia da divina intercessão, pois Ele era o Filho de Deus. Nós, todavia, precisamos de santidade, pois cada vítima da Missa deve ser santificada, impoluta. Como podemos, porém, ser os santos participantes do Sacrifício da Missa? Segundo a própria resposta de Jesus, consegui-lo-emos colocando-nos sob a proteção da Sua Mãe Santíssima. Ele dirige-Se à Igreja e a todos os seus membros, representados na pessoa de João, e diz a cada um de nós: “Eis a tua mãe”. Por que foi, porém, que Jesus se dirigiu a Maria, chamando-lhe Mulher, em vez de Mãe? É que ela era agora a Mãe de todos os cristãos, e a Sua missão era universal – Mãe do Corpo Místico da Igreja, Mãe de todos nós. Há um tremendo mistério oculto naquela palavra “Mulher”. Essa foi, realmente, a última lição de renúncia que Jesus deu a Maria, e a primeira lição de um novo laço. Nosso Senhor alienara gradualmente a Sua afeição por Sua Mãe, não porque a amasse menos, mas sim e apenas porque ela tinha agora mais a quem amar". Leia o texto completo do episódio em: https://falachicopodcast.com.br/o-calvario-e-a-missa-ven-fulton-sheen-1936 ♥️ ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ 🔔 Apoie - https://falachicopodcast.com.br/apoie 👉 PIX: falachicopodcast@gmail.com 👉 Grupo VIP no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/JKyhB671ktVBUJ4YSBAfpE ♥️ ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ OUÇA TODOS OS EPISÓDIOS: Youtube: https://www.youtube.com/@falachicopodcast Spotify: https://open.spotify.com/show/3kvnlErGJhzfjkJQCWHVKi Visite o nosso blog e tenha acesso aos textos dos episódios: https://falachicopodcast.com.br ♥️ ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ PARTICIPE! ENVIE SEU ÁUDIO: Compartilhe suas opiniões, reflexões e experiências dos episódios do Fala, Chico! Envie-nos uma mensagem de áudio pelo link: https://podcasters.spotify.com/pod/show/falachicopodcast/message ♥️ ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ PRIMEIRA VEZ POR AQUI? O "Fala, Chico!" é um podcast dedicado à leitura de cartas, encíclicas, exortações e homilias dos Papas, assim como textos da Tradição da Igreja Católica e seus Santos, produzido, editado e apresentado por Eugênio Telles.