
Ter insegurança em relação a nosso próprio hálito é comum. Principalmente se ficamos muitas horas sem nos alimentarmos ou quando ingerimos comida com cheiro muito carregado, além de fumar ou beber álcool em excesso. Mas há também as pessoas que são preocupadas além da conta. Elas acabam, por vezes, agredindo a própria saúde bucal com excesso de higienização, bochechos “milagrosos” ou ingestão de medicamentos para “matar” as bactérias. Mas será que isso é preciso? Será que se isolar ou destruir a própria é o caminho? Pra acabar com todas as dúvidas sobre a qualidade do seu hálito sugiro que leia boas informações, ouça quem entende do assunto, mas principalmente, aceite que você precisa de acompanhamento, quer seja ele odontológico, psicólogico ou psiquiátrico. Afinal de contas, quem vê por fora, não vê por dentro! E eu entendo que o mau hálito não é coisa da sua cabeça, que não é uma halitose imaginária ou uma pseudo-halitose, mas muitas vezes, uma halitose subclínica. Me acompanhe no: - Blog Da Boca pra Fora (www.karynemagalhaes.com.br) - Instagram: _karynemagalhaes - YouTube: Karyne Magalhaes - Podcast: Fala, Karyne Magalhães