
As taxas do Tesouro Direto dispararam, com prefixados pagando mais de 14% e IPCA+ acima de 7%. Mas até que ponto o rendimento compensa o risco fiscal? Neste vídeo, analisamos o cenário de juros no Brasil e no mundo, o impacto da inflação e os exemplos históricos de Portugal, Espanha e Equador sobre austeridade. Conheça também a brecha legal de 2020 que envolve o Banco Central e o Tesouro, e entenda por que um ajuste fiscal é inevitável. 00:00 - Alta do Tesouro Direto: Oportunidade ou armadilha?00:29 - O medo da insolvência e estresse fiscal00:55 - A inevitabilidade de um ajuste fiscal brasileiro01:21 - Contexto das taxas de juros recordes atuais02:31 - Cenário internacional de alta de juros globais03:02 - Comparativo: Juros reais no Brasil e EUA04:41 - Lições de austeridade: Casos de Portugal e Espanha06:46 - Impacto do Euro na inflação e dívida09:16 - Dolarização no Equador e fim da inflação11:22 - Como a falta de impressora impõe disciplina13:13 - Plano Real e restrições ao Banco Central14:18 - As quatro torneiras de dinheiro que fecharam16:39 - Como o mercado forçará o ajuste fiscal18:14 - Dois caminhos: Ajuste superficial ou reforma real19:11 - A brecha legal no balanço do BACEN20:22 - Dinâmica contábil das reservas e do câmbio22:32 - A lei de 2019 e transferência cambial24:44 - O precedente perigoso da pandemia em 202026:33 - Cenário hipotético de captura da impressora28:41 - Consultoria Liberta: Proteção e diversificação de patrimônio29:28 - O fim do Real ou reformas estruturais29:49 - Conclusão