
Solo de Marajó, do grupo Usina, é um espetáculo teatral criado a partir do romance Marajó, o segundo do escritor paraense Dalcídio Jurandir (1909-1979), considerado um expoente da literatura modernista da região Norte. A peça apresenta quatro pequenas narrativas que, reunidas, fazem uma radiografia sobre os modos de vida das populações ribeirinhas na Amazônia. Entre os temas estão expropriação de terras, precarização do trabalho, tráfico de crianças, racismo e violência contra a mulher. Ficha técnica Obra original: Marajó (1947), romance de Dalcídio Jurandir Dramaturgia, figurino e atuação: Claudio Barros Dramaturgia, iluminação e direção: Alberto Silva Neto Colaboração na dramaturgia: Carlos Correia Santos Fotos de divulgação: JM Conduru e Arô Ribeiro ITAÚ CULTURAL Presidente: Eduardo Saron Gerente do Núcleo de Artes Cênicas, Música e Literatura: Galiana Brasil Coordenação: Carlos Gomes Produção: Tiago Ferraz Gerente do Núcleo de Audiovisual e Produtos Culturais: André Furtado Coordenação: Kety Fernandes Nassar Produção audiovisual: Amanda Lopes Edição e finalização de som: Cinemática Audiovisual (terceirizada) Locução da vinheta: Adriana Braga, Julio de Paula e Malu Pontes (terceirizados) Trilha musical da vinheta: "El río fluye", de Reuven Bransburg