
👉🏼 Saiba mais: https://beacons.ai/fisioemortopedia No episódio de hoje do Aprender e Ensinar, Anamaria Siriani discute um tema que ganhou força nas redes sociais: cursos de técnicas terapêuticas com baixa certeza científica sendo divulgados ou apoiados por associações e instituições da área da saúde. A conversa parte de uma provocação importante: ter artigo publicado sobre uma técnica não significa, necessariamente, que existe evidência suficiente para justificar sua aplicação clínica como tratamento. Para isso, é preciso analisar qualidade dos estudos, risco de viés, magnitude de efeito, aplicabilidade, incerteza e, principalmente, se existe benefício terapêutico real para o paciente. Ao longo do episódio, Anamaria também reflete sobre o papel da formação profissional, das associações científicas, do mercado de cursos e da educação continuada na construção de fisioterapeutas mais críticos e preparados para tomar decisões baseadas em evidências. Neste episódio, você vai refletir sobre: ✔️ Por que “ter artigo” não é o mesmo que ter respaldo científico ✔️ A diferença entre plausibilidade biológica e benefício clínico ✔️ Como o mercado influencia a busca por novas técnicas ✔️ O papel das associações científicas na divulgação de cursos ✔️ Por que o fisioterapeuta não deve terceirizar seu pensamento crítico ✔️ Onde a formação profissional pode estar falhando ✔️ Como escolher melhor cursos e atualizações na carreira Uma reflexão necessária para professores, estudantes e fisioterapeutas que querem pensar a profissão com mais responsabilidade, senso crítico e compromisso com o paciente.