
Em um caso hipotético de uma ditadura comunista (ex. URSS) em que a população ainda tivesse em posse suas armas, estas serviriam de algo? O povo teria o direito de resistir às autoridades que viriam para dizima-los pelo fato de pertencerem à Santa Igreja? Essa é minha grande dúvida, quando a resistência à morte deve ser correta, e se ela é licita no caso destes governos tirânicos (para não dizer satânicos) embora seja contra a autoridade.