
João XXIII tinha amizade com maçons. Os maçons se dizem uma sociedade em que todos os homens de todos os credos se podem encontrar. Ela abraça todas as religiões. É o que meu padrinho vive repetindo: “nós, maçon, aceitamos todas as religiões”. Depois do Concílio Vaticano II, a Igreja começa a “se abrir” a outras religiões e a dizer: “elas têm parcela da verdade. Deus age nelas”. Coincidência? Monsenhor Lefebvre falou sobre isso também, e sua afirmativa vem reproduzida em um livro que adquiri há pouco, chamado: "Tradição versus Vaticano". Em nosso país, o indiferentismo religioso, concepção segundo a qual tanto faz uma religião como outra, pois todas agradariam a Deus e teriam uma parcela da verdade divina, parece estar em toda parte. Nas escolas, nas Universidades e, principalmente, na televisão. O relativismo religioso é muito aceito pela classe artística brasileira e até divulgado pela televisão sempre que surge uma oportunidade para se falar no assunto. Pois não é que vim a saber que vários artistas do passado (quase todos já falecidos) eram maçons? Fiquei realmente triste com alguns nomes lá presentes, como o do querido Oscarito, que gosto tanto de ver nos filmes daquela época, Rodolfo Mayer (outro grande nome do teatro, do cinema e do rádio), Alvarenga e Ranchinho, Luíz Gonzaga...