
O que havia em comum entre o cientista Albert Einstein, o cantor Belchior e o último playboy brasileiro, Jorginho Guinle? Apesar de personalidades e atividades diferentes, o que eles tinham em comum é que todos morreram em consequência de complicações de aneurismas da aorta. Einstein teve seu aneurisma descoberto em 1948 e recusou a ser operado. O aneurisma rompeu em 1955 causando uma hemorragia fatal. Belchior, levando uma vida reclusa, faleceu dormindo, ouvindo música clássica. A necrópsia constatou a rotura de um aneurisma aórtico abdominal. Já Jorginho Guinle teve um quadro de dor abdominal, foi levado ao Hospital de Ipanema, no Rio de Janeiro, onde foi diagnosticada a ruptura do aneurisma, mas optou por assinar um termo de responsabilidade e pediu alta para passar sua última noite no que chamava de céu, o hotel Copacabana Palace, onde faleceu. Essas histórias escondem uma condição silenciosa, mas de relativa facilidade diagnóstica desde que seja pensada a partir dos fatores de risco. É o que vamos entender nesse episódio. • As referências bibliográficas que embasaram cientificamente esse roteiro estão disponíveis no website do podcast: www.fluxovascular.com.br. • Não deixe de assinar e dar 5 estrelas no podcast e compartilhar com amigos e parentes. As informações que aqui se encontram podem ajudar • Você pode ouvir nosso programa no Spotify, Google Podcast, Apple podcast, Deezer e outros tocadores. Pode nos seguir no instagram @fluxoclinica e canal @robsonmiranda, no youtube O Fluxo Vascular é produzido, dirigido e editado por mim, Robson Barbosa de Miranda. Muito obrigado pela sua atenção e até a próxima semana.