
JULGAMENTO DAS DÍVIDAS OCULTAS Antigo Presidente da República Armando Guebuza, ouvido hoje no Julgamento das dívidas Ocultas. Nas primeiras horas do dia incertezas pairavam sobre a audição do último Declarante do Julgamento das Dívidas Ocultas, é que durante a Madrugada o principal posto de Transformação que alimenta a zona do Infulene onde também fica localizado o Estabelecimento Especial de Máxima Segurança vulgo B.O. supostamente foi vandalizado, individuos até aqui desconhecidos arremessaram uma granada que danificou o Posto assim a zona ficou sem energia. O estrondo da explosão também fez com que os agentes afectos ao Estabelecimento Penitenciário saíssem em defesa da Segurança e segundo testemunhas contaram houve uma troca de tiros. No muro de vedacao da BI ainda são visíveis as marcas das balas. Foi trabalho de perícia que levou ao atraso do arranque do Julgamento que das 10h iniciou ás 11h. Começaram os questionamentos ao Ministério Público, Armado Guebuza, não aceitou falar sobre aspectos de Soberania no Tribunal. O antigo Presidente entende que matérias de soberanis não deviam ser tratadas publicamente, como decorreu com o Julgamento das Dívidas Ocultas. Nas suas declarações o Armando Guebuza disse que não se lembra de ter dirigido alguma reunião de criação da MAM, EMATUM, todavia confirma como Comandante- Chefe ordenou a criação das empresas. O Julgamento das Dívidas Ocultas iniciou a 23 de Agosto de 2021 foram ouvidos 19 réus, 56 declarantes sendo o último o Antigo Presidente da República Armando Guebuza. Neste escândalo do maior rombo financeiro Estado Moçambicamo ficou lesado em 2.2 mil milhões de meticais.