
AUDIÊNCIAS PÚBLICAS Rodrigo Rocha advogado de defesa de Cipriano Mutota pediu que parte do depoimento do seu constituinte fosse vedado a impresa. Nas alegações dos advogados está o direto de decisão dos réus a decidir ou não da publicidade da sua imagem. É o marco da Abertura do Terceiro dia do julgamento do caso das dívidas ocultas marcado por tentativas de impedimento de continuação de audiências públicas. Rodrigo Rocha argumenta que audiência deve ser vedada à imprensa e ao público para que o seu constituinte, Cipriano Mutota, possa falar de questões sensíveis. Rocha reitera haver necessidade de o antigo quadro Sénior do Serviço de Informação e Segurança do Estado ser ouvido em sigilo. A magistrada do Ministério respondeu alegando que já havia sido acordado em relação ao código usado. Um debate que dominou as questões prévias. O advogado Alexandre Chivale chegou mesmo a dizer que não vai acontecer o mesmo com seu constituinte. O juiz da causa para colocou o ponto final a questão ao reprovar a solicitação para audiências fechadas. Outros advogados que insistiram no direito da decisão dos seus constituintes sobre a publicidade da imagem. Em resposta a esta preocupação, o juiz disse ter decido por essa via para evitar especulação numa acção que prejudicou o povo moçambicano. O debate ficou em encerrado com o juiz a manter a decisão de manter o julgamento aberto ao público.