
Olá, gente querida! No episódio 45 do podcast Fogos Poéticos tenho o prazer de voltar a recitar para vocês um poema de Carlos Drummond de Andrade. Para esta sexta escolhi um de mais belos poemas do autor: Amar, do livro "Claro Enigma", de 1951. Nestes tempos difíceis, qual é nossa saída senão "amar"? Verbo. Ação. Penso que somos mesmo seres destinados a amar, embora os caminhos às vezes estejam entre escombros. Aí a gente lê ou ouve Drummond e poeticamente os reconstrói, com mais indagações do que respostas sobre essa nossa humana busca. Sempre ávida. Incessante. Espero que gostem. 💕😘 Ao fundo, Liebestraum No. 3 ( S. 541 Nr. 3), de Franz Liszt Por Lang Lang