
A agressividade como impulso para o ato pode ser pensada em sua vertente construtiva acionando não só a força de trabalho como a oposição e contestação à posição e dialética hegeliana entre o senhor e o escravo. Prefiro ressaltar essa vertente àquela da posição narcísica, paranoide e destrutiva ligadas aos estados primitivos do Eu. Produção: Wepod