
Vou falar aqui de uma questão que tem merecido a atenção dos psicanalistas por tocar em algo que vai além das nomeações com relação ao gozo. Afinal, o gozo é também inominável e saber fazer com ele implica que se introduza o desejo como operador. Isto não é tão simples, pois exige muito trabalho para se aceder à posição de desejo, que não é vontade. Produção: Wepod