
Exigir maior transparência na vida pública pode prevenir comportamentos irregulares de pessoas ou entidades a quem os cidadãos atribuem a sua confiança. Onde se estabelecem os limites entre a transparência e o 'voyeurismo'? A informação apurada na regulação da transparência deve ser automaticamente do domínio público? Há efeitos negativos numa transparência extrema? Para responder a estas e outras questões, o programa recebe Susana Coroado, politóloga e autora do ensaio «Transparência na Vida Pública», e António Delicado, jurista e membro do conselho de administração do Mecanismo Nacional Anticorrupção (MENAC). O Da Capa à Contracapa é uma parceria entre a Fundação e a Renascença.