
Copom reduz juro a 5,00% e indica novo corte de 0,50 pp no fim do ano, mas adota parcimônia ao dizer que há espaço a mais “um” ajuste de igual magnitude, com eventuais novos movimentos pedindo cautela. Ameaça vem do exterior, com pares do real e bolsas em baixa com dúvidas sobre acordo EUA-China.