
Bolsonaro e Petrobras descartam reajuste imediato dos combustíveis em resposta à disparada do petróleo, deixando o caminho livre para o Copom, que inicia hoje reunião de dois dias, corresponder às expectativas de corte da Selic para novo piso histórico de 5,5%. Mesmo com petróleo interrompendo alta, cautela se mantém no exterior e dólar se fortalece ante maioria das demais moedas.