
Governadores e prefeitos fazem, nesse momento, um malabarismo para fechar as contas. Pior: jogam os malabares no escuro. Isso porque não é possível prever com exatidão o tamanho do impacto da pandemia de coronavírus na arrecadação. Em Goiás, Executivo, Legislativo e Judiciário pactuaram um corte de 20% no custeio, ou seja, aluguéis, energia, insumos e todo aquele dinheiro gasto para manter a máquina girando. Mas talvez esse esforço não seja suficiente. É factível imaginar que os servidores públicos não sejam chamados ao sacrifício, como já foi feito com os trabalhadores da iniciativa privada? Nesse 11º episódio do Giro 360, Caio Henrique Salgado e Marcos Carreiro tentam responder a esse e outras questões.