Música: Nem Tudo Acaba em Festa / Letra: GnoMonstro REC/Mix/Master: Casa Monstro Beat: PdkBeats / Arte: Titon Letra: Até livres somos presos, ilesos nunca saímos Sobrevive ação do tempo, pensamentos corrosivos Corrompidos argumentos são pegos desprevenidos Motivos se esvaem, saem de seus casulos Semelhantes se traem e atraem opostos nulos Mutuo respeito não correspondido Culto aos intelectos céticos e expandidos Incrédulos aos ideais, dos diferentes animais De mentes tão racionais quanto a estupidez dessa gente Certezas com a rispidez de quem cai, assim como embora vai A lembrança de ter uma esperança a mais, pra quem alcança menos Entre a vontade de vingança e a sede de veneno Entre a falta de reação contra pouca opção E a pauta sem informação entre uma observação pobre Emite a não compreensão sem legitimação Sinal legítimo da intimidação no íntimo caos de uma relação nobre Cobre os erros com desculpas chulas, justificativas nulas Burla suas próprias ordens e os conselhos não escuta Má conduta, chuta o ar, contra cultura ou tortura bruta?! Pensar, a vida vem de lá pra cá Quantas rimas batidas e fitas pra me derrubar E quantas escondidas me fizeram tropeçar?! Nessa dança sem passos, cem rastros vão me rastrear Desacredita da confiança?! Eu acredito até de mais Como quem crê que fazendo guerra um dia vai encontrar paz Acabo derrotado, caído, mutilado em partes Reprimido, oprimido e reerguido por minha força de vontade Meus trajes não dizem quem sou, e se eu estiver ensanguentado Não significa que sou mais um morto inocente nem um assassino culpado Nem um passo à frente, não sou nada de mais Sou a escolha da morte precoce, a posse da escritura, a figura incapaz De manter o controle no centro, do peito já amargurado De fortalecer a estrutura interna, quando cada perna anda para um lado Ao lado contrário as crenças, desavenças e ciladas Ações revoltadas, perturbadas, gerações já controladas Conturbadas por manipulações, reações exacerbadas Suas prévias intenções alheias a possibilidades frustradas Estradas já percorridas, investidas sem lucro algum Corridas perdidas pro tempo em comum, Em um tempo incomum, onde não resta tempo nenhum Estradas já percorridas, investidas sem lucro algum Corridas perdidas pro tempo em comum, Em um tempo incomum, onde não resta tempo nenhum Nem tudo acaba em festa!