
Há toda uma sensação de overwhelming que nasce quando escalas montanhas, isto porque quando te apercebes que está a subir, o oxigénio na atmosfera diminiu. E é aí que tu aprendes que é nessa concentração de prana, de energia, de chi em que o tempo e o espaço não têm leis, é que tu consegues co-criar. E a co-criação é fruto de um total controle mental. Um estado permanente onde o passado, o presente e o futuro se unem para te dizer que estás vivo. É este processo contínuo de contemplação do banal que me fascina. E a este estado puro da alma, eu chamo-lhe gratidão.