
O gestor, nomeado no governo Bolsonaro, afirmou que "nunca na história desse país, nem na história do mundo, foi feito um movimento de aumento de juros tão grande no período eleitoral", como em 2022, devido à previsão de crescimento da inflação. Ele negou viés político nas decisões do Banco. Mais informações no Economia & Negócios de hoje com Ecio Costa