
Lidar com gente imatura cansa. Aliás, às vezes, nem cansa… esgota. É impressionante como ainda existem adultos que vivem no papel de crianças mimadas, achando que o mundo gira em torno do próprio umbigo e que os outros estão aqui para limpar a sua bagunça ou adivinhar o que estão sentindo. É uma eterna falta de autorresponsabilidade que drena a energia de qualquer um. Uma hora, a gente simplesmente cansa de pisar em ovos, cansa de esperar uma maturidade que nunca vem e cansa de precisar explicar o básico da convivência e do respeito. A vida é curta demais para gastar tempo servindo de muleta emocional para quem se recusa a crescer. Se alguém escolhe não evoluir, inevitavelmente acaba ficando para trás. A paciência com a infantilidade fantasiada de maturidade tem limite. E chega um momento em que esse limite simplesmente se esgota. Para ocupar espaço na vida de quem busca crescimento, é preciso saber bancar as próprias atitudes e dialogar como gente grande. Caso contrário, o silêncio e o distanciamento tornam-se uma consequência natural.