
A paquera não acontecia na tela... acontecia no coração. A troca de olhares durava semanas. "curtir" era passar na frente da casa dela várias vezes. O encontro acontecia na praça, na escola ou atrás da igreja... e o coração acelerava. Quando o telefone tocava, antes de falar com ela, quase sempre era preciso conversar com o pai ou a mãe. As ligações terminavam com: 'Desliga voce... 'Não, desliga você..." Vão existiam redes sociais. existiam bilhetinhos, frio na barriga a ansiedade de esperar o próximo encontro Demorava mais... mas cada momento tinha muito mais emoção.