
Semana densa no Heavynauta: entre 14 e 20 de setembro passamos por cinco lançamentos que atravessam quase todo o espectro do metal. Do viking/folk metal de Vanaheim ao power metal sinfônico de Kamelot, da NWOBHM de Tokyo Blade ao death/doom crustáceo de Static Abyss, e fechando com o pós-metal instrumental de Russian Circles. Foi uma semana de contrastes — melodias ancestrais, teatralidade orquestral, tradicionalismo britânico, brutalidade crua e texturas instrumentais controladas. Consolidamos a discussão por álbum na lista abaixo. Vanaheim — Roede Voor De Borst: viking metal rústico que combina violinos, coros folclóricos e agressividade, com uma produção seca e intencionalmente imperfecta. Kamelot — Dark Asylum: power metal sinfônico teatral e introspectivo, com camadas orquestrais, participações de peso e uma faixa-título que funciona como eixo central. Tokyo Blade — Hoist The Colours High: NWOBHM fiel ao metal clásico, com riffs gêmeos, refrãos diretos e uma produção que preserva a aspereza vintage da banda. Static Abyss — The Dying Hunt: death/doom ampliado com crust punk, vocais cavernosos, riffs viscosos e uma bateria que prioriza impacto sobre demonstração técnica. Russian Circles — Nine: pós-metal instrumental em sete faixas, com riffs densos, crescimento progressivo e a aspereza de uma produção registrada por Kurt Ballou.