
A Valéria não fazia nem ideia que estava grávida quando foi para o hospital após sofrer um aborto espontâneo. Depois de ser atendida e tranquilizada de que o quadro dela era estável, ela voltou para casa. Diferente do que escutou dos profissionais de saúde, a dor e o sangramento não cessaram. Ela procurou ajuda repetidas vezes e nada foi feito até que, mais de um mês depois do aborto, chegou na emergência e teve que ser submetida a uma cirurgia de emergência. A história da Valéria fala sobre o sistema de saúde público dos Estados Unidos e sobre a vulnerabilidade de quem vive no país sem falar inglês.