
Depois de intensa pressão de diversos setores, o diplomata bolsonarista Ernesto Araújo entregou sua carta de demissão ao Presidente Jair Bolsonaro. Araújo se consolidou como o mais limitado e inadequado Ministro das Relações Internacionais que o Brasil já teve. Ao longo de mais de dois anos à frente da pasta, agiu como discípulo de seu guru espiritual Olavo de Carvalho, foi submisso aos interesses dos filhos do presidente e demonstrou não ter minimamente os requisitos de civilidade para ocupar o cargo. Em meio a uma grande crise global atacou não apenas quem discordava de suas ideias conspiratórias e sem fundamentos, como também agiu para diminuir a força de parceiras importantes no cenário internacional como com a China e a Índia. Sem pestanejar, rastejou aos pés de Donald Trump e condicionou todas as atividades do Itamaraty aos interesses do ex-presidente americano. Depois de diversos ataques contra as instituições brasileiras, o Senado Federal organizou forte oposição ao Chanceler, que, mediante as pressões, cedeu.