
Preso no dia 18 de março acusado de atentar contra a lei de segurança nacional, Rodrigo Pilha ainda sofre com a restrição de sua liberdade. A justiça alega que o ativista político está cumprindo pena por crimes que cometeu, mas que não tem relação com a detenção na manifestação. Rodrigo Pilha foi condenado a 2 anos e 2 meses de prisão em duas sentenças diferentes, uma por desacato a autoridade e uma segunda por dirigir embriagado. No entanto, as condenações foram usadas para sua prisão apenas quando foi detido no ato contra o presidente Jair Bolsonaro, em que Rodrigo, junto com 4 manifestantes portavam cartazes chamando o presidente de genocida. Nenhum dos outros participantes do ato ficaram presos. De acordo com informações reveladas pelo jornalista Guga Noblat, Rodrigo sofreu agressões físicas motivadas por seu posicionamento político.