
Esse episódio não é sobre “opinião polêmica”. É sobre estrutura. O feminismo liberal promete inclusão, igualdade individual e representatividade, mas ignora (ou escolhe ignorar) as bases coloniais, raciais e de classe que sustentam a violência contra mulheres. Neste episódio, eu falo sobre: pr que o feminismo liberal não ameaça o patriarcado como a ideia de “empoderamento individual” serve ao neoliberalismo os limites da representatividade sem redistribuição por que nem toda mulher no poder significa avanço coletivo Odiar o feminismo liberal, aqui, não é ódio gratuito: é recusa política. Não esqueça de apoiar esse projeto em apoia.se/historiadoraradical