
A Natália descobriu ainda grávida que sua filhinha, Elis, poderia não aguentar todo o período da gestação e se aguentasse, viveria por algumas horas ou dias. Apesar de ser uma decisão difícil, a Natália optou por continuar com a gravidez até onde pudesse e conseguiu dar à luz à pequena Elis, que viveu os 18 minutos da sua vida no colo da mãe. Só que esses poucos minutos da Elis foram o suficiente para ela fazer a diferença no mundo. Após sua partida, a Natália decidiu doar o leite e encontrou inúmeros empecilhos burocráticos para fazer isso sem sua filha estar viva. Mas ela não se deixou convencer e foi até o fim para fazer a doação do seu leite em memória de sua filha. Essa ação da Natália foi tão potente que ela conseguiu ser notada pelo poder público e ter a Lei Elis, que aborda a conscientização da perda gestacional e neonatal, aprovada na câmara de Uberlândia. Para ter mais informações sobre a Lei, acesse https://g1.globo.com/mg/triangulo-mineiro/noticia/2021/05/14/lei-elis-e-aprovada-em-uberlandia-para-conscientizacao-da-perda-gestacional-e-neonatal.ghtml O Histórias para ouvir lavando louça é um podcast do ter.a.pia apresentado por Alexandre Simone e Lucas Galdino. Para conhecer mais do ter.a.pia, acesse historiasdeterapia.com. Edição: Felipe Dantas