
Mário Américo, massagista da Seleção Brasileira, destacou-se em uma profissão geralmente invisível no futebol. Integrante da comissão técnica na Era de Ouro, participou de sete Copas do Mundo consecutivas (1950–1974). Ganhou notoriedade por atuar além de sua função, repassando instruções em campo e sendo responsável por recolher as bolas das finais de 1958 e 1962. Sua importância é reconhecida com uma exposição virtual dedicada a ele no Museu do Futebol.