
Uma fibra óptica feita de ágar foi produzida na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O dispositivo é comestível, biocompatível e biodegradável, e poderá ser usado in vivo para imageamento de estruturas corporais, entrega localizada de luz para fototerapia ou optogenética [por exemplo, a estimulação de neurônios pela luz para estudo de circuitos neuronais] e entrega localizada de medicamentos... Para saber mais, ouça o Podcast na íntegra! https://digitalradiotv.com