
Todos os meses o Santo Padre oferece-nos um vídeo que é uma mensagem importante, uma autêntica catequese sobre temas relevantes para a vida da Igreja, para a vida dos fiéis. ´ É o Vídeo do Papa. Neste mês de Maio, Francisco pede a nossa oração, pede a nossa atenção pelos padres, pelas irmãs, pelos religiosos e seminaristas em todo o mundo. O Papa lembra que é necessário apoiar a formação integral de todos os que dedicam a sua vida à Igreja, todos os que dedicam os seus dias, tudo o que têm, tudo o que são em favor da comunidade, em favor dos cristãos onde quer que eles estejam, onde quer que eles vivam. Apoiar a formação dos que são rosto da Igreja. Ao ouvir o Papa, ao ouvir as palavras do Papa, lembrei-me do trabalho, da missão da Fundação AIS. Uma missão que passa também pelo apoio à formação e à subsistência de religiosas, de padres, de seminaristas, de catequistas. Provavelmente, as pessoas só associarão a AIS à questão da liberdade religiosa, da defesa dos cristãos perseguidos no mundo, no apoio à Igreja pobre, que sofre, que passa por necessidades. Mas a missão da AIS é muito mais vasta. E a prova disso está no apoio que é dado directamente todos os anos a milhares de sacerdotes, irmãs, catequistas e seminaristas. Um apoio para a sua formação, para a sua subsistência. Não deixa de ser assombroso pensar que, graças à generosidade dos benfeitores e amigos da Fundação AIS em Portugal e em todos os países onde a Ajuda à Igreja que Sofre está presente, 1 em cada 10 sacerdotes em todo o mundo é ajudado na sua formação, e o mesmo acontece com 1 em cada 8 seminaristas, e com uma em cada trinta irmãs. A percentagem é enorme, não permite equívocos. É enorme, é mesmo esmagadora a probabilidade de os sacerdotes, as religiosas, os seminaristas, os catequistas que conhece ou que já contactou ao longo da sua vida tenham feito parte ou façam parte desta grande família que é a Fundação AIS. Nada disto seria possível sem os benfeitores, sem os amigos da Ajuda à Igreja que Sofre. Eles são mesmo a alma da instituição. Estes números não são estatística. Não são contabilidade. São, isso sim, amor. Amor desinteressado, amor que ajuda a construir um mundo mais fraterno, mais justo e mais livre. Um mundo que podemos e devemos continuar a construir todos os dias. Isso está nas nossas mãos. PA